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Estava relendo os artigos deste blog e fiquei muito feliz pelos comentários que recebi.Adorei. Minha intenção quando comecei a fazer estes registros foi sempre com fins evangelísticos.
Eu quero também conhecer os pensamentos dos irmãos a respeito dos assuntos que compartilho. O que quero é que embora distantes tenhamos a liberdade de ler e questionar,acrescentar e claro, criticar também. Eu quero junto com vocês refletir sobre os assuntos aqui colocados. Somos uma família em Cristo e quero viver esta experiência com vocês. Espero seus comentários carinhosos ,suas reflexões e principalmente me sentir corpo com você. O amor a Jesus Cristo, a vontade de ver o evangelho conquistando pessoas,salvando almas,me fez escrever estes artigos e nossos laços nos fazem conversar sobre eles. Aleluia! Louvado seja o nome de Jesus.
Eu estava participando de um culto de visitação, onde louvamos, lemos o evangelho e durante oculto, duas senhoras respiravam fundo, andavam para lá e para cá dizendo, o Espírito Santo está aqui, o Espírito Santo está aqui, outra senhora falava em língua estranha e outra profetizava de forma muito convincente, pois a revelação veio com nome de alguém.
Estava tudo certo, o culto foi uma bênção... Para mim, não. Estava incomodada, meu coração dizia que algo estava errado. Ao acabar o culto, falei com as irmãs: - vamos orar e vigiar, estamos no terreno do inimigo. Estas palavras caíram muito mal para elas. Afinal, o Espírito Santo as havia usado, Ele esteve ali. Meu Deus pensei eu; eu falei para orarmos e vigiarmos, se somos um grupo de oração, não deviam estas palavras causar contenda entre nós, mas causou.
Cheguei em casa já sabendo que tinha aborrecido as irmãs com o meu pedido, sabia que elas estavam em desacordo com o meu pensamento. Eu, entretanto, continuava incomodada, achava alguma coisa errada, no meio daquele culto “tão abençoado”.
Comecei a procurar respaldo bíblico para minhas certezas, meu incômodo. Ao chegar à carta do Apóstolo Paulo, a 1ª aos Coríntios, no capítulo 12, versículo 26, veja o que diz: “Se um membro sofre todo o corpo sofre se é abençoado, todo o corpo também é”, ao ler esta passagem veio à confirmação ao meu coração. Somos corpo, reunidas em oração para levar à Palavra de Cristo a alguém, e o meu sentimento não era o mesmo das minhas companheiras, havia sim algo errado. Eu continuei minha procura e ao chegar ao capítulo 14, versículo nove, diz o seguinte: “Quem fala em língua estranha, tem que falar de forma bem inteligível, senão está falando ao vento”, no v: 27 a29 deste mesmo capítulo, diz assim:
“No culto, para falar língua estranha, tem que ser no máximo três e com intérprete”, ”Se não houver intérprete, esteja calado, falando consigo mesmo e com Deus”. Bom, no culto que fizemos o que foi falado em língua estranha, foi realmente estranho, porque não entendi nada e também não havia interprete; infelizmente não encontrei nada a respeito de ficar andando de um lado para o outro, sentindo a presença do Espírito; mas penso que fui batizada também pelo Espírito Santo,quando me batizei nas águas,logo não era para mim novidade nenhuma a presença Dele, já que o mesmo vive em mim, para onde quer que eu vá, Ele irá comigo. Afinal, sou morada do Espírito Santo, me consagro todos os dias para não macular o nome do meu Deus. A bíblia tirou minhas dúvidas, acalmou meu coração. Fico com as Escrituras divinas e concordo com a definição do meu filho Arthur de 16 anos: “somos chama acesa e se nos juntamos a outras chamas, viramos fogueira”. Louvado seja o nome do Senhor Jesus